no dia de inverno
o efeito foi contrario
a vontade, o desejo, o incerto
se serviu na hora da aula
às onze e trinta e um,
parecia ser só mais um,
baseado mal fumado
segunda-feira, julho 31, 2006
sexta-feira, julho 28, 2006
fim de baba
no fim do jogo a raiva sobreveio
o calor do odio retorcido
esbravejava em seu desespero
de lamurias, injurias, promessas e um pau:
com um prego na ponta,
mesmo já sendo demais da conta,
sua sorte foi desistir
esquecer da dor
se lembrar da filha
que quem sabe?
(não sei)
te esperava em casa
o calor do odio retorcido
esbravejava em seu desespero
de lamurias, injurias, promessas e um pau:
com um prego na ponta,
mesmo já sendo demais da conta,
sua sorte foi desistir
esquecer da dor
se lembrar da filha
que quem sabe?
(não sei)
te esperava em casa
quinta-feira, julho 27, 2006
pensamentos escrementosos
Loucuras enrolada numa seda?
Essa frase já tá gasta
Belezas tenras da flor da idade?
Já não produz mais bons poemas
Sinceridade velada em forma de mentira?
Foi-se embora na pessoa do Pessoa
Falta de inspiração?
Ô...
Foi o tema que escolhi
Essa frase já tá gasta
Belezas tenras da flor da idade?
Já não produz mais bons poemas
Sinceridade velada em forma de mentira?
Foi-se embora na pessoa do Pessoa
Falta de inspiração?
Ô...
Foi o tema que escolhi
menininha
a beleza é a realeza de sua majestade
ou como preferir...
o sorriso é sempre de criança
e a voz rouquinha que chega a me dar arrepios
menina pequena dos olhos d'agua
que quando sorri chega a se consumir
me dá um pouquinho do teu coração
que o meu já pertenci a ti
ou como preferir...
o sorriso é sempre de criança
e a voz rouquinha que chega a me dar arrepios
menina pequena dos olhos d'agua
que quando sorri chega a se consumir
me dá um pouquinho do teu coração
que o meu já pertenci a ti
domingo, julho 23, 2006
Brasil Desconstruído
Só Brasil ong a morte
Só Brasil ong a sina
Só Brasil ong a sorte
Ola Massal, Sem vida
Só Brasil ong a sina
Só Brasil ong a sorte
Ola Massal, Sem vida
quinta-feira, junho 08, 2006
O passo e o compasso II
Passe o compasso no ato do passo,
pois passo sem ato não é decisão
não ligue se o ato do passo for falso,
pois falso e não falso é só decisão
Escolha o caminho que te siga e persiga
não só o caminho que te aplaque àflição
pois em meio ao sentido de cada caminho
há letras cerradas do vinho ou do pão
Há escolhas e escolhas entre as tentativas
por um s(c)em-motivo de falta de amor
afinal se um anteparo se torna vazio
é porque bem no fundo o calor dissipou
pois passo sem ato não é decisão
não ligue se o ato do passo for falso,
pois falso e não falso é só decisão
Escolha o caminho que te siga e persiga
não só o caminho que te aplaque àflição
pois em meio ao sentido de cada caminho
há letras cerradas do vinho ou do pão
Há escolhas e escolhas entre as tentativas
por um s(c)em-motivo de falta de amor
afinal se um anteparo se torna vazio
é porque bem no fundo o calor dissipou
quarta-feira, maio 31, 2006
qualquer coisa de filosofia
Em suas teses contra feuerbach Marx aponta para o sentido pratico do conhecimento, exaltando o espírito oitocentista de uma ciencia salvadora, um espirito objetivo, em suas palavras, uma praxis social. Por seu proprio dizer, não se pode entender um homem, sem entender a conjuntura que o rodeia, e mesmo aqueles que transcendem o sentido de seu tempo se enredam nele como se fosse uma prisão insuperavel, inexprugnavel, indizivel. Em poucas palavras, "seu tempo" funciona como um nome, uma identificação que lhe é imposta e que o perseguirá por toda sua vida.
Entretanto como qualquer nome de qualquer individuo, as outras estruturas que o ultrapassam, que o sobrepoem, que lhe guiam; acabam por posceder à essa identificação primaria e à revira-la. Estrutura um real que ultrapassa o espirito de sua época ou o fazem a sua imagem e semelhança: alguns se encaixam perfeitamente no real social, outros, como já explicitei, o reviram(mas visto de perto todos são ultra-individuais).A essa luz o real no dizer marxistra vira pó.
Em Marx o que se ver bem explicitado é um real nos moldes de ciencias naturais ultra-acreditadas e ditosas do espirito de seu tempo. Em seu esmiuçamento das estruturas do capital, o que ele procura a todo tempo é uma verdade além do consensual, um fundamento ultimo, uma especie de verdade cientifica que exalta uma plasticidade de leis "naturais". Por mais que se diga que ele reestruturou todo um saber das ciencias humanas, o que se ve na realidade é a redução do homem a um aparato natural. Observemos que em sua teoria o real (a verdade) sempre se encontra por trás: Os fatos economicos determinando a realidade historica, a mais-valia como fundamento ultimo do lucro, a infraestrutura iniciando em sua determinação da superestrutura, enfim a essencia delineando a aparencia.
Em toda sua obra observa-se um entrelaçamento entre o social, o politico e o economico de tal forma que se vê uma forte hierarquização do ultimo pro primeiro. O que ele procura é, como já foi explicitado, um fundamento ultimo para a realidade, ou seja, a realidade social reduzida a um arquétipo, a um nome. Ele eleva o lado arquétipico da sociedade de tal forma que o elege à formação total do Real. E esse nome se chama economia. O Estado é uma formação social abstrata que representa as repartições sociais e a sociedade é uma eterna luta de opostos movida por motivações economicas e politicas. A sociedade se reduz à estado que se reduz à motivações economicas.
Emfim um dos maiores pecados de marx foi a total supressão de tudo que é individual, autonomo, na sua explicitação do que é a realidade social. o marxismo como conhecimento das mentalidades não se sustenta, e nega o papel da mesma na formação do real, não totalmente, mas só leva em conta a mentalidade política.
Entretanto como qualquer nome de qualquer individuo, as outras estruturas que o ultrapassam, que o sobrepoem, que lhe guiam; acabam por posceder à essa identificação primaria e à revira-la. Estrutura um real que ultrapassa o espirito de sua época ou o fazem a sua imagem e semelhança: alguns se encaixam perfeitamente no real social, outros, como já explicitei, o reviram(mas visto de perto todos são ultra-individuais).A essa luz o real no dizer marxistra vira pó.
Em Marx o que se ver bem explicitado é um real nos moldes de ciencias naturais ultra-acreditadas e ditosas do espirito de seu tempo. Em seu esmiuçamento das estruturas do capital, o que ele procura a todo tempo é uma verdade além do consensual, um fundamento ultimo, uma especie de verdade cientifica que exalta uma plasticidade de leis "naturais". Por mais que se diga que ele reestruturou todo um saber das ciencias humanas, o que se ve na realidade é a redução do homem a um aparato natural. Observemos que em sua teoria o real (a verdade) sempre se encontra por trás: Os fatos economicos determinando a realidade historica, a mais-valia como fundamento ultimo do lucro, a infraestrutura iniciando em sua determinação da superestrutura, enfim a essencia delineando a aparencia.
Em toda sua obra observa-se um entrelaçamento entre o social, o politico e o economico de tal forma que se vê uma forte hierarquização do ultimo pro primeiro. O que ele procura é, como já foi explicitado, um fundamento ultimo para a realidade, ou seja, a realidade social reduzida a um arquétipo, a um nome. Ele eleva o lado arquétipico da sociedade de tal forma que o elege à formação total do Real. E esse nome se chama economia. O Estado é uma formação social abstrata que representa as repartições sociais e a sociedade é uma eterna luta de opostos movida por motivações economicas e politicas. A sociedade se reduz à estado que se reduz à motivações economicas.
Emfim um dos maiores pecados de marx foi a total supressão de tudo que é individual, autonomo, na sua explicitação do que é a realidade social. o marxismo como conhecimento das mentalidades não se sustenta, e nega o papel da mesma na formação do real, não totalmente, mas só leva em conta a mentalidade política.
terça-feira, maio 23, 2006
Marés Altas
Meu mundo mudou
Meu amor
Mudou muito,
Antes mudaste
Apenas as magoas
Assim as mentiras
afogaram muitas almas,
matando assim a minha máscara
Meu mundo mudou meu amor,
mas mudará ainda mais
Marés Altas alertaram
Mentes austeras,
Mortes minimalistas
Aconteceram às madrugadas.
Alegorias maldosas
Afundaram ao mar
Multidões morreram
Mas antes marcaram meu ar
Minha meta
marcará mudas
Alegres ao amanhecer
Mantendo marés aguerridas
Até mesmo ao anoitecer
Afinal meu mundo mudou meu amor
mudou até mesmo minh'alma
Meu amor
Mudou muito,
Antes mudaste
Apenas as magoas
Assim as mentiras
afogaram muitas almas,
matando assim a minha máscara
Meu mundo mudou meu amor,
mas mudará ainda mais
Marés Altas alertaram
Mentes austeras,
Mortes minimalistas
Aconteceram às madrugadas.
Alegorias maldosas
Afundaram ao mar
Multidões morreram
Mas antes marcaram meu ar
Minha meta
marcará mudas
Alegres ao amanhecer
Mantendo marés aguerridas
Até mesmo ao anoitecer
Afinal meu mundo mudou meu amor
mudou até mesmo minh'alma
sexta-feira, maio 19, 2006
poema anti-contemplativo
Imaginemo-nos,
como qualquer coisa
e depois esqueça
não como um corno tomado
ou um porre de alcool
esqueça verdadeiramente,
como um dia de segunda
Ou o ócio do domingo passado
depois tente se lembrar
com força e determinação.
Logo verá;
Que não tem porque imaginar
quanto mais sonhar.
Logo irá perceber,
que nesse breve periodo,
se esqueceu de viver
como qualquer coisa
e depois esqueça
não como um corno tomado
ou um porre de alcool
esqueça verdadeiramente,
como um dia de segunda
Ou o ócio do domingo passado
depois tente se lembrar
com força e determinação.
Logo verá;
Que não tem porque imaginar
quanto mais sonhar.
Logo irá perceber,
que nesse breve periodo,
se esqueceu de viver
quarta-feira, maio 17, 2006
musica de cordel
o sabiá do sertão
de tanto cantar me comove
passa três meses cantando
e sem cantar passa nove,
pois tem a obrigação
de só cantar quando chove
ps: caralho, queria ter a manha de poetar assim:
simples, singelo, e rico
fui
de tanto cantar me comove
passa três meses cantando
e sem cantar passa nove,
pois tem a obrigação
de só cantar quando chove
ps: caralho, queria ter a manha de poetar assim:
simples, singelo, e rico
fui
terça-feira, maio 16, 2006
qualquer tumor sem ter um nome
Sem se preocupar com o q me acontece, neosurrealismo escrevo quase sem pensar
não me imoprto em cada palavra, mas cada paklavrea me faz me importar
com o q?
bem chegou a hora de raciocinar
eperceber ver
repensar
mas pensar eh dizer a si memso q não sabe amar(é rimou)
bem neosurrealismo eh coisa pra loucos e de louco já basta o mundo
é preciso uma boa dose de narcisismo pra fazer um blog
não me imoprto em cada palavra, mas cada paklavrea me faz me importar
com o q?
bem chegou a hora de raciocinar
eperceber ver
repensar
mas pensar eh dizer a si memso q não sabe amar(é rimou)
bem neosurrealismo eh coisa pra loucos e de louco já basta o mundo
é preciso uma boa dose de narcisismo pra fazer um blog
segunda-feira, maio 15, 2006
amor a luz da dor
Amorte chegou
não precisa me avisar
no mais a dor do seu calor
matamar, amor, penarMais tarde o dia brilhou
avisarte céu e mar
quase que não clareou
céu não mais diz crê amarAmor te matamor
malícia, ilusão te amar
lirios,rios,aliciador
vi nos sios do seu gozar
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